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SINASEFE-IFBA/CMS participa do 4º Encontro Nacional de Mulheres

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SINASEFE-IFBA/CMS participa do 4º Encontro Nacional de Mulheres



Hoje é dia de lembrar a participação da Seção IFBA/CMS no 4º Encontro Nacional de Mulheres, que aconteceu entre os dias 9 e 12 de abril, em Belém (PA). O encontro reuniu mais de 500 mulheres de diversas seções do SINASEFE; a nossa delegação contou com 26 participantes.

De acordo com a docente do Campus Salvador, Marlene Socorro, as mesas promoveram discussões atuais sobre assédio, feminicídio, adoecimento nos locais de trabalho e os enfrentamentos necessários para combater todas essas formas de opressão. “Tivemos pessoas de várias áreas e especialidades, algumas externas aos Institutos Federais, que contribuíram para o nosso evento. Foi muito bonito também ver funcionando o nosso Sinasefinho, que faz parte da formação dos filhos e filhas dos trabalhadores e trabalhadoras”, conclui a docente.

Para Maria Eliana Matos, coordenadora de Secretaria do SINASEFE-IFBA/CMS, a iniciativa foi extremamente enriquecedora. “Os depoimentos das mulheres, alguns  dolorosos, outros emocionantes e inspiradores, fortaleceram-nos no sentimento de que não estamos sozinhas e de que nossos dilemas não são apenas nossos. Encontros como esses estabelecem conexões importantes e enfatizam a nossa necessidade urgente de ocupar todos os nossos espaços, em um sistema de colaboração, sororidade e aprendizado compartilhado”, afirma Eliana.

Para Márcia Angelo, assistente financeira, o encontro também foi proveitoso, mas suscitou reflexões sobre a repetição de temáticas e a ainda limitada proposição de encaminhamentos concretos. “Percebo que muitos dos debates são recorrentes e fundamentais, mas sinto falta de que, ao final do encontro, essas discussões se transformem em ações mais sistematizadas”, avalia. Ela destaca que esse desafio não deve recair apenas sobre as participantes, mas precisa ser incorporado à própria organização do evento, com a previsão de estratégias que fortaleçam a continuidade dos debates nas bases.

Márcia também aponta a importância de instrumentos institucionais de acompanhamento no pós-encontro. “Iniciativas como grupos de trabalho permanentes, redes de articulação ou um plano de ações com metas definidas poderiam dar mais concretude ao que é discutido. Assim, o encontro não se encerraria em si mesmo, mas se desdobraria em ações ao longo do tempo”, afirma.


Fotos: Márcia Angelo

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